Missão

Missão

Criamos e seleccionamos exemplares da raça Cão de Pastor Alemão com vista a alcançar os melhores cães em termos de carácter, morfologia e beleza.

Pedrigree Database

cães com pedrigree e lop

O Pastor Alemão tem a sua expectativa de vida superior a 10 anos pelo que deverá adquirir um exemplar com garantia de perfil genetico, cuidados veterinários, boa alimentação e sociabilidade em canis especializados na raça.

Garantia

Sample Photo

Os cachorros são entregues com 2 meses de idade com vacinas e desparasitações, e o respectivo pedigree (LOP) com os antecedentes.

Ao tomar a decisão de adquirir um filhote de Pastor Alemão certifique-se que o novo membro da família é aceite por todos.


MATERIAL NECESSÁRIO:
Guia normal
Guia longa 10m
Colares: Para cães de pequeno e médio porte, deve ser leve, porém resistente.
NÃO usar peitoral, colar couro e nem de metal.

QUANDO COMEÇAR?
Até às 7 semanas o cão aprende a ser cão com a mãe, pelo que não deve sair de junto dela mais cedo para não ficar tímido ou reactivo.
Idade mínima de 4 meses.

 Acima de 2 anos: embora seja possível, o adestramento torna-se mais difícil e demorado.

RECOMENDAÇÕES
Evite treinar o cão sob sol forte.

NUNCA treine logo após as refeições. Faça-o antes ou espere o tempo recomendado pelo seu veterinário.

O cão deve estar saudável.

Não deve deixar que determinado comportamento, porque repetitivo, passe a patologia (precisaria de médico ou treinador profissional para a eliminar).
Encare o adestramento do seu cão como passatempo. Tenha calma, paciência e perseverança.
Obedeça estritamente a sequência dos exercícios.

Adestre sempre no mesmo local, como um parque, praça ou rua calma - o mais próximo possível e até mesmo em redor da sua casa.
Fique a sós com seu cão no início do treino. Evite a presença de outros animais e pessoas - principalmente as que ele conhece - para não o desconcentrar.
Faça todo o comando visual com a mão direita e com gestos largos.

Elogie sempre que ele execute corretamente um exercício.

COLOCAÇÃO DA COLEIRA E DA TRELA
Se o animal nunca usou a coleira (ou a estranguladora) e a trela, poderá estranhar e não querer andar. Neste caso, não a retire. Brinque com o cão até que ele se habitue. Utilize petiscos e brinquedos para que ele o acompanhe e se acostume. Depois, poderá sair com o cão preso à trela.
 Nunca o obrigue a andar antes que esteja habituado à coleira e a trela.

VIR TER CONNOSCO
Quando está solto dar comida sempre que ele vem junto de nós. Pode ajudar-se com uma trela longa puxando-o ligeiramente.

COMIDA À MESA
Não deve dar comida à mesa. Sendo nós o líder o cão deve esperar que acabemos a refeição e ser servido no seu sítio próprio. Tal como os lobos deve esperar que o dominante coma ficando os submissos aguardando a sua vez.
A comida vem de cima segundo o princípio da Obediance.

ENSINAR A FICAR SOZINHO
O cão deve saber que o dono volta sempre, pelo que deve fazer saídas e entradas de casa sem rotinas, com tempos diferentes e sem olhar para o cão para desvalorizar esta acção. O contacto contínuo com o cão torna a saída de casa mais difícil. Pode dar-se um osso para ele ficar a roer que retiramos ao voltar e damos novamente na próxima saída. O cão sombra que segue o dono por toda a parte não é um defeito mas qualidade.

NÃO ACORDAR QUANDO ESTÁ A DORMIR
O cão sonha e organiza a informação nos curtos tempos em que dorme, se o acordarmos pode reagir bruscamente, tal como os seus antepassados quando pressentiam o perigo. Deve facultar-se uma toca para para se abrigar e dormir.

A FORMA CORRETA DE ELOGIAR OU CORRIGIR.
Elogio pode ser variado: "Isso, bravo, muito bem" podendo acrescentar ou começar com o nome do cão. Com voz pausada, suave e meiga, mas nunca levantando a voz. Utilize petiscos específicos para cães.

A recompensa é dada numa fracção de segundo, tal como a correção, para que o cão faça a associação imediata ao facto que a determinou.
 Correção: "Não''. Com voz áspera e rígida, em tom nervoso, mas sem gritar. Ao mesmo tempo puxe a trela. A correção só deve ser feita em flagrante delito e não minutos depois, caso contrário o cão não a compreende.

 A entoação da voz e a força empregada na tensão da trela dependerão do cão: se ele for muito sensível e ficar amedrontado, fale com mais suavidade e não puxe tanto, se ficar indiferente mantenha o tom de voz áspero e puxe a trela mais fortemente.

Procure usar muito mais estímulo positivo nas aulas de adestramento para que o cão faça os exercícios com alegria. Utilize de petiscos e brinquedos algumas vezes.
LEVAR O CÃO A PASSEAR.

Assim que colocar a coleira e a trela, dê o comando “passear” e elogie o cão acrescentando o nome. Repita este comando várias vezes, até chegar ao local predeterminado para o treino. Deixe a trela frouxa. O cão deverá ficar à vontade. Se ele quiser cheirar algo, espere, pois pode estar precisando urinar ou defecar. Caso ele queira ir a uma direção não desejada, puxe-o apenas. Se o cão for grande, muito forte e quiser correr, segure a trela com as duas mãos e puxe para si, porém sem repreensão verbal.

Nunca o deixe brigar com outros cães, caso perceba que isso vai ocorrer repreenda-o de imediato.

Obs.: Se possível faça um curso de treino básico e sociabilização com professores qualificados, alguns inclusive oferecem aulas teóricas e práticas.

Você pode ensinar o seu cão.


Passo a passo e seguindo a metodologia tradicional o seu cão vai querer fazer tudo corretamente, sendo importante manter sempre a maior alegria no binómio/homem cão e nunca levantar a voz.


Convirá ter presentes duas ideias fundamentais:que o instinto do cão se revela na perseguição, na presa e na caça, e que, o cão aprende por associação de ideias.


Através do processo de domesticação os cães foram adaptados aos homens em todos os sentidos. Assim, estes animais adquiriram riqueza fônica superior à do lobo, alimentando-se das mesmas coisas tendo evoluído na sua morfologia ao longo do tempo (linha antiga e moderna, esta mais inclinada e permitindo cobrir mais terreno no pastor alemão).


No relacionamento perfeito com o homem, um detalhe precisa previamente de ser estabelecido: a hierarquia ou seja ser definido inequivocamente quem é o líder.


Com o método de ensino apresentado, qualquer cão independentemente do tamanho tem condições de aprender. Tudo funciona na base da recompensa sempre que executar corretamente um exercício.


Se gosta o cão quer repetir para obter o estímulo mas se houver dor não quer repetir. Para corrigir tem de ser na hora e não algum tempo depois, senão o cão não relaciona com o que fez de mal e considera estar a ser naquele momento injustamente tratado. Para corrigir é preciso surpreender o cão, com tom de voz e gesto rápido que lhe provoque desconforto e surpresa (duche de água como estímulo negativo).


Para obter sucesso só é imprescindível ter uma forte ligação com o cão que vai ser treinado e este ver no treinador um líder, o que se torna mais importante nas raças maiores e mais agressivas, pelo que são desaconselháveis a muito jovens.

Mesmo a brincar (ex: lançar um objecto para o cão ir buscar) não se deve saturar o cão com demasiadas repetições suspendendo o exercício quando ele ainda o estiver a praticar com entusiasmo para que o deseje repetir numa próxima vez.


Aos cães pequenos os brinquedos não devem ser daos em conjunto mas mantêlos interessados por um ou dois de cada vez e ir alternando com outros nos outros dias. Mas se o cão estiver junto de si é mais importante que esteja a interagir consigo pelo que o brinquedo deverá ser retirado e dado quando se ausentar.


Antes de começar o treino não deverá dar comida e manter o cão a seu lado com alegria durante os exercícios é reconhecido por um júri atento.
Os gestos devem ser amplos e as ordens curtas e assertivas, sendo a entoação um fator a ter em devida conta. Deve-se terminar cada exercício com um estímulo (bravo, muito bem) e dar os comandos certos que não confundam o cão (não pode cada membro da família tratar a mesma situação com comandos diferentes).


Os cães gostam de sons sibilantes pelo que são aconselháveis as palavras que contenham ss e sejam curtas (seat em vez de senta-te).

Torna-se importante dar significado a um gesto terminando com um estímulo positivo ou negativo.


O adestramento canino actualmente é sobretudo baseado no condicionamento operante. O primeiro cientista a definir este conceito foi B. F. Skinner, a partir do estudo do trabalho do fisiologista russo Dr. Ivan Pavlov sobre o comportamento animal. Segundo Pavlov, os cães aprendiam que um estímulo (um sino) significava que estava na hora da comida. A partir da associação natural nos cães (salivar e comer), Pavlov adicionou um terceiro elemento ao tocar a campainha antes da refeição. Após vários ensaios, os cachorros aprenderam a associar o sino ao acto de serem alimentados e salivavam ao ouvir o som do sino, antecipando a presença da comida, mesmo que esta não se lhes apresentasse.


Podemos, por exemplo, dar a recompensa ao cão quando sai do sofá (condicionante operante) e não corrigir o seu comportamento negativo enquanto está nele instalado.


É também importante saber que as técnicas de ensino para as competições de agility e adestramento competitivo são outras, bem diferentes e totalmente baseadas em recompensas e estímulos positivos.